Do estudo preliminar à entrega da obra, a MOBE integra projeto, planejamento e execução em um único processo. Você pode contratar uma frente específica ou contar com a nossa equipe para conduzir tudo, do primeiro traço à chave na mão.
Projeto, compras e execução com um único parceiro, até a entrega das chaves.
Ver detalhes → 01Projetos completos, executivos e personalizados, do conceito à compatibilização técnica.
Ver detalhes → 02A garantia de que a obra seja executada exatamente conforme o projeto.
Ver detalhes → 03Cotações, negociação e planejamento de entregas para reduzir custo e evitar desperdício.
Ver detalhes → 04Obras residenciais e comerciais com foco em qualidade, prazo e acabamento.
Ver detalhes → +As disciplinas que completam o projeto e sustentam a experiência do espaço.
Ver detalhes →Um contrato, um interlocutor, uma responsabilidade. A MOBE assume o projeto, as compras e a execução, e entrega a obra pronta para ser vivida.
Na maior parte das obras, o cliente vira gerente de projeto sem querer: coordena arquiteto, construtora, marceneiro, paisagista e fornecedores, e é ele quem descobre a incompatibilidade quando ela já virou parede levantada. No Turn Key, essa coordenação é nossa.

O que fazemos de diferente: quem executa é quem projetou. Não existe repasse de responsabilidade entre escritório e construtora, porque são a mesma equipe. Foi assim na Casa Alpha, em Alphaville Porto Alegre, onde assinamos arquitetura, complementares, interiores e paisagismo, seguidos da construção e do gerenciamento completo da obra.
Projetos completos, executivos e personalizados. Cada projeto começa com escuta: entendemos quem é o cliente, como vive e o que espera do espaço, e traduzimos isso em desenho técnico que se constrói.
O problema que resolve: projeto bonito na apresentação e frágil no canteiro. Sem executivo detalhado e sem compatibilização, o orçamento vira estimativa e a obra vira improviso. E improviso, em obra, sempre custa mais caro do que o desenho.

O que fazemos de diferente: trabalhamos com neuroarquitetura e design biofílico: o espaço é projetado para influenciar conforto, comportamento e bem-estar, não só para ficar bonito na foto. É o que sustenta projetos como a Clínica Haronis, onde a arquitetura faz parte do tratamento, e o IBN Life, onde os ambientes foram concebidos como ferramenta de aprendizagem. E a nova sede da Distribuidora Rodrigues, cerca de 1.500 m² corporativos em Porto Alegre, envolveu projeto de ampliação, demolição e reforma completa do edifício administrativo e estoque para distribuição nacional, com reorganização dos fluxos entre setores.

Acompanhamento especializado para garantir que as decisões de projeto sejam preservadas durante a execução da obra.
O problema que resolve: a obra que vai se afastando do projeto em decisões pequenas: um ponto de luz deslocado, um revestimento substituído, uma medida arredondada. O estrago só aparece na entrega, quando refazer custa muitas vezes o valor de ter feito certo.
O que fazemos de diferente: quem acompanha é quem projetou. O acompanhamento não é uma auditoria feita por alguém que precisa reinterpretar o desenho: é a própria autoria do projeto verificando se a intenção original chegou inteira no canteiro.
Cotações, negociação e planejamento de entregas para reduzir custos e evitar desperdícios. Cada item é comprado na quantidade certa, pelo preço certo, no momento certo da obra.
O problema que resolve: os três desperdícios silenciosos de qualquer obra: comprar demais e sobrar, comprar de menos e parar o canteiro, e comprar a preço de varejo o que teria preço de obra. Nenhum deles aparece no orçamento inicial. Todos aparecem no custo final.

O que fazemos de diferente: o cliente vê as cotações. A decisão de compra é dele, com o mapa comparativo na mão, e não uma linha fechada num orçamento que ele precisa aceitar sem enxergar. Transparência aqui não é discurso: é o documento.

Execução residencial e comercial com gestão integrada, controle técnico e atenção rigorosa a cada etapa e acabamento.
O problema que resolve: a obra sem previsibilidade, a que não tem cronograma real, em que o prazo escorrega mês a mês e o custo cresce sem ninguém saber explicar exatamente por quê.
O que fazemos de diferente: executamos projetos de diferentes escalas e níveis de complexidade com o mesmo rigor de método, planejamento e cuidado com os detalhes.
A Casa Moriah, com mais de 700 m² construídos no Terra Ville, traduz essa capacidade em uma residência de grande porte, marcada pelo pé-direito duplo, integração e amplitude dos ambientes, adega e um paisagismo árido que participa da identidade arquitetônica da casa. Uma obra em que arquitetura, interiores, engenharia e execução precisaram caminhar juntos para que o conceito projetado chegasse ao resultado final sem se perder no canteiro.
Já a Simmons Colchões exigiu um desafio completamente diferente: transformar a identidade da marca em um padrão construtivo replicável em unidades de diferentes shoppings, respeitando as particularidades técnicas de cada implantação sem perder a unidade visual da marca.
Podem ser contratadas junto com as frentes principais ou de forma isolada.
Materialidade, mobiliário, iluminação e detalhes que dão identidade ao ambiente. Inclui conceito e atmosfera, plantas de layout, especificação de materiais e acabamentos, projeto de iluminação e acompanhamento das instalações.
A vegetação como parte do projeto, não como decoração. Estudo de espécies adequadas ao local, projeto executivo de paisagismo, especificação de vegetação e materiais e acompanhamento de implantação, como na Casa Jardim do Sol, onde o jardim foi concebido como extensão da arquitetura.
Elétrico, hidrossanitário, estrutural, climatização e topografia desenvolvidos e compatibilizados com o projeto arquitetônico, para que a coerência técnica não dependa de conversas de obra.
Vertical especializada em unidades padronizadas para redes em expansão: padrão técnico replicável, prazo controlado e identidade fiel à marca-mãe, unidade após unidade.
Não existe preço por metro quadrado que responda essa pergunta com honestidade. O custo de uma reforma de alto padrão é definido por quatro variáveis: o estado da estrutura existente, o nível de acabamento escolhido, o quanto de instalação (elétrica, hidráulica, climatização) precisa ser refeito e a complexidade das soluções sob medida: marcenaria, marmoraria, iluminação.
Duas reformas com a mesma metragem podem ter custos muito diferentes. Por isso o caminho correto é o inverso do usual: primeiro o projeto executivo, depois o quantitativo, depois a cotação. Só aí existe um número real.
Turn Key, literalmente "vire a chave", é o modelo em que uma única empresa assume o projeto, as compras e a execução, entregando o espaço pronto para uso. O cliente tem um contrato e um interlocutor, do briefing à entrega das chaves.
A diferença prática aparece quando algo dá errado. No modelo tradicional, o escritório de arquitetura aponta a construtora, a construtora aponta o projeto, e quem arbitra é o cliente, que normalmente não tem repertório técnico para isso. No Turn Key não existe para quem transferir: a responsabilidade é de quem projetou e executou.
Comece olhando além das imagens. Um bom projeto demonstra visão; uma obra entregue demonstra capacidade de execução. Conheça obras concluídas e, se possível, visite uma obra em andamento. Organização do canteiro, planejamento e cuidado com os detalhes revelam muito sobre a forma como uma empresa trabalha.
Avalie também quem são os responsáveis técnicos, a experiência da equipe, a clareza do orçamento e como são conduzidos cronograma, compras, medições e acompanhamento da execução. Quanto mais transparente for o processo, maior será a previsibilidade ao longo da obra.
Mas competência técnica, sozinha, não basta. Construir exige meses de decisões, imprevistos e alinhamentos. Por isso, observe desde o primeiro contato a capacidade da empresa de ouvir, orientar, antecipar problemas e assumir responsabilidade pelas soluções.
No fim, não escolha apenas quem sabe construir. Escolha quem demonstra método, transparência e capacidade para conduzir todo o processo, do planejamento à entrega.
Começar a obra sem projeto executivo. É a origem de quase todos os outros erros: sem detalhamento, cada decisão é tomada em campo, na pressa, por quem está com a ferramenta na mão.
Os demais aparecem em sequência: subestimar as instalações elétricas e hidráulicas, que costumam ser a maior surpresa de custo em imóveis antigos; comprar acabamento antes de fechar o projeto e descobrir depois que a quantidade ou a paginação não fecha; não prever prazo de entrega de itens importados ou sob medida, que param a obra inteira esperando uma peça; e não reservar margem para imprevistos, porque em reforma o que está atrás da parede só se conhece quando a parede abre.
Antes de a primeira equipe entrar no imóvel, sete itens precisam estar resolvidos: projeto executivo completo e compatibilizado; aprovações legais e alvarás emitidos; regras do condomínio quanto a horários, ruído e uso de elevador; orçamento detalhado por item, com margem para imprevistos; cronograma com etapas e medições definidas; responsável técnico formalmente designado; e contrato assinado, com escopo, prazo e forma de pagamento explícitos.
Cada item dessa lista que ficar para depois vira negociação no meio da obra. E negociar com a obra parada custa sempre mais caro do que negociar antes de começar.
A economia real não vem de negociar desconto no fim, vem do quantitativo. Comprar a partir do projeto executivo, com a quantidade exata calculada, elimina de uma vez a sobra que ninguém usa e a falta que para o canteiro.
Sobre isso, três movimentos sustentam a economia: cotar sempre com mais de um fornecedor e comparar em mapa, não de memória; programar a entrega por etapa, para não pagar por estocagem, perda e material danificado no canteiro; e escolher onde vale investir e onde não vale: em alguns itens a diferença entre o bom e o caríssimo é percebida todos os dias; em outros, ninguém nota depois de instalado. Saber distinguir os dois é o que gera economia sem perda de qualidade.
Cada serviço começa com uma reunião de descoberta. Vamos conversar sobre o que você quer construir.